
Fontes internas da empresa, afirmam que dirigentes da Itapemirim pensam em cortar as asas dos aviões e levar os passageiros pelas estradas do país, pois devido a altura os clientes terão a sensação de estar voando.
– “O querosene da aviação ficou muito mais caro que o óleo diesel”, afirmou gerente de compras da empresa, “o que está inviabilizando nosso transporte aéreo. O jeito é levar pelas estradas mesmo”.
Cerca de 40 mil passageiros terão que optar por esta ou outra oferta da Itapemirim se quiserem chegar a seus destinos antes das festas de fim de ano. Deste ano, digo.
